Grupo Sobrevento
A CASA QUE ESPERA (2025)
Cenografia: Telumi Helen Criação: Grupo Sobrevento Direção: Luiz André Cherubini e Sandra Vargas Texto: Sandra Vargas Elenco: Sandra Vargas e Luiz André Cherubini Figurino: João Pimenta Parceria de conceito cenográfico: Antonio Catalano Direção musical: William Guedes Iluminação: Renato Machado Técnico de iluminação: Marcelo Amaral Cenotecnia: Agnaldo Souza Pinturas caixas cenográficas: Mandy Programação visual: Marcos Corrêa | Ato Gráfico Fotografia: Marco Aurélio Olimpio Registro audiovisual e teaser: Icarus Filmes Direção de produção e instrumentista: Maurício Santana Assessoria de imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Carina Bordalo e Daniele Valério Temporada: 15 de novembro a 14 de dezembro de 2025 Local: Local: Espaço Sobrevento - R. Coronel Albino Bairão, 42 - Belenzinho, São Paulo, SP Entrada gratuita Classificação: Livre Duração: cerca de 40 minutos Vídeo: https://www.facebook.com/reel/1971972486917199 Sinopse: Uma mulher e um homem deixam a casa dos pais, buscando construir a própria paternidade e a própria casa, que um dia verá a partida dos filhos em busca dos seus sonhos e destino. Na mala de todos os que partem, fragmentos de lembranças e pequenos objetos evocam os afetos que transformam casas em lares.
CADÊ O MEU HERÓI? (1998)
Cenografia: Telumi Helen e Vânia Monteiro Concepção Geral: Grupo Sobrevento Texto: Horacio Tignanelli Direção Geral: Luiz André Cherubini Manipulação: Sandra Vargas, Luiz André Cherubini e Anderson Gangla Tradução: Luiz André Cherubini e Sandra Vargas Dramaturgia: Horacio Tignanelli Direção de Manipulação: Yang Feng Escultura dos Bonecos: Mestre Saúba Confecção dos Bonecos e Adereços: Renata Costa e Grupo Sobrevento Assistência de Confecção: Anderson Gangla Consultoria Visual: Espaço Cenográfico - J. C. Serroni Figurinos de Bonecos e Manipuladores: Sandra Vargas Iluminação: Renato Machado Operação de Luz: Marcelo Amaral Direção Musical e Músicas Originais: Marcelo "Lé" Zuravski e Sérgio Zurawski Jr. Operação de Som: Maurício Santana Direção de Produção: Grupo Sobrevento Produção Executiva: Maurício Santana Link: http://www.sobrevento.com.br/tec/heroiproj.pdf Sinopse e Texto - Website Grupo Sobrevento: “CADÊ O MEU HERÓI? estreou no dia 31 de outubro de 1998, na cidade de São Paulo, mantendo platéias lotadas em praticamente todas as apresentações durante mais de seis meses de temporada. O espetáculo esteve em cartaz no Centro Cultural São Paulo, no Teatro Cacilda Becker e no SESC Ipiranga - na cidade de São Paulo - e no Teatro Gláucio Gill - no Rio de Janeiro. Entre novembro e dezembro de 1999, por um mês, CADÊ O MEU HERÓI? participou de uma série de Festivais em diversas cidades da Espanha. O espetáculo ganhou o PRÊMIO MAMBEMBE da Funarte / Ministério da Cultura de 1998, na Categoria Especial, pela manipulação dos bonecos. Primeira peça montada no Brasil com a técnica de fantoches chineses, CADÊ O MEU HERÓI? é fruto de um intercâmbio entre bonequeiros de três países diferentes: China, Argentina e Brasil. Para desenvolver o espetáculo, o SOBREVENTO trouxe ao Brasil o marionetista chinês YANG FENG - quinta geração da família Yang de bonequeiros de luva - e HORACIO TIGNANELLI - dramaturgo e bonequeiro argentino. CADÊ O MEU HERÓI?, para sua criação, contou com o patrocínio da PANAMCO/SPAL, através do PROJETO COCA-COLA DE TEATRO JOVEM. O TEXTO CADÊ O MEU HERÓI? é uma releitura dos antigos romances de cavalaria, da tradicional história da donzela que, aprisionada na torre do castelo por um barão malvado com quem não quer casar-se, espera a vinda de um herói que a salvará. A peça apresenta uma série de reviravoltas naquilo que deveria ser o decorrer natural da história e termina por revelar que, na vida real, não existem heróis ou soluções milagrosas e que o diálogo é mesmo a melhor solução para todos os problemas. CADÊ O MEU HERÓI? é um texto que nasceu para ser representado por fantoches e que não pode ser montado senão por bonequeiros. INTERCÂMBIO INTERNACIONAL Mais que um simples espetáculo de bonecos, CADÊ O MEU HERÓI? é uma rara idéia de aperfeiçoamento desenvolvida por um Grupo Teatral. O SOBREVENTO promoveu um intercâmbio internacional entre bonequeiros de diferentes origens e formações, juntando-os em um trabalho original. Graças a isto, o público de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte puderam assistir aos espetáculos do mestre chinês YANG FENG, quinta geração da família YANG de marionetistas de luva chinesa. Bonequeiros de cinco estados diferentes, e até mesmo da Argentina, puderam participar de uma Oficina e artistas de Belo Horizonte puderam assistir a uma palestra de YANG FENG. Além disto, o SOBREVENTO pôde aprender mais a fundo a técnica de manipulação de YANG FENG em um treinamento diário durante um mês. YANG FENG é representante de uma técnica de Teatro de Bonecos única no mundo - misto de manipulação de bonecos e malabarismo - e é o responsável pela Direção de Manipulação do espetáculo. HORACIO TIGNANELLI, autor do texto, desenvolveu um trabalho de dramaturgia acompanhada junto ao SOBREVENTO. No Brasil, TIGNANELLI acompanhou os ensaios da peça e modificou seu texto original, adaptando-o à concepção da encenação, à proposta visual do espetáculo e aos recursos expressivos da técnica de manipulação escolhida. HORACIO TIGNANELLI é um dos grandes nomes do Teatro de Bonecos da Argentina, na atualidade. Horacio é, ao mesmo tempo, marionetista e astrônomo e um autor muitas vezes premiado, tanto por suas peças quanto por seus livros científicos. Professor da Faculdade de Astronomia da Universidade de La Plata, dedica-se não só a seu trabalho de pesquisa e ensino universitário, como também à difusão da Astronomia entre o público infantil e jovem, tendo dedicado a isto pelo menos cinco de seus livros. Como marionetista-astrônomo, desenvolveu espetáculos didáticos que receberam diversos Prêmios e que representaram a Argentina em Festivais na Austrália, Estados Unidos, Espanha, Itália e Brasil. O último bonequeiro a integrar-se ao Projeto foi o MESTRE SAÚBA, mamulengueiro pernambucano. MESTRE SAÚBA é considerado por Fernando Augusto (Pesquisador do Teatro Popular nordestino, diretor do Grupo Mamulengo Só-Riso e criador do Museu do Mamulengo, em Olinda) o maior escultor vivo de mamulengos. Longe de sua terra natal e de seu público, por força do descaso com o Teatro Popular, MESTRE SAÚBA trocou o ofício de mamulengueiro pelo de artesão. Convidando-o para fazer a escultura dos bonecos do espetáculo, o SOBREVENTO pôde aprender um pouco acerca da escultura em madeira e procura reatar um bonequeiro a seu ofício original.”





















